"Se nossa intenção for modificar quem realmente somos, não teremos sucesso. Se nossa intenção for nos tornar quem essencialmente somos, não poderemos deixar de ser verdadeiros diante dos mais profundos anseios da nossa alma."
"Vivi e ainda vivo! Não passo pela vida... E você também não deveria passar! Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, Abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" para ser insignificante."
Charles Chaplin
Criamos um cartão de natal para os amigos da ideológica, que você pode ver no endereço www.ideologica.com.br/natal
Robert Kincaid (Clint Eastwood) é um fotógrafo profissional contratado pela revista National Geographic para tirar fotos das belas pontes do condado de Madison, Iowa. Perdido, ele pede informações na fazenda dos Johnsons. Francesca Johnson (Meryl Streep - indicada ao OSCAR em 1996 por este filme), é uma dona de casa, casada há quinze anos e com dois filhos adolescentes. Duas vidas unidas pelas estradas do destino. Dois mundos completamente diferentes. Tentando resistir a um inesperado romance. Robert e Francesca. Uma paixão que surge apenas uma vez na vida. Talvez, a única chance de viver um grande amor...mesmo que seja impossível durar para sempre!
Quando soube de sua partida eu não fiquei triste. Senti quase um alivio por ti. Tua morte não foi uma derrota final, suas batalhas foram vencidas. Você fez diferença durante sua estadia conosco. Deixou no mundo um filho que vai caminhar de cabeça erguida, com integridade e segurança. Deixou um legado de que promover a saúde é melhor que tratar a doença.
Tantos ensinamentos que compartilhamos, amada. Tanto que aprendi contigo, a partir dessa coragem de olhar para seus desejos, de não querer mais se iludir com sonhos ou se deixando levar pela mediocridade - a ditadura do mais ou menos - vivendo de forma coerente com aquilo que acredita. Promovendo a nossa prática no interior, apesar das pressões e da sede de controle que o "lado negro da força" insistia em querer exercer. E fazendo isso de forma leve, demonstrando que esse lado negro não precisa ser combatido. Basta ser ignorado, por vezes olhado com compaixão, que sua força se esvai.
Vai em paz, segue ao encontro do coração de Deus, aquele lugar do qual a gente sente essa... saudade. Onde todas as dores são curadas, onde o amor pode ser expressado sem os grilhões da forma. Onde as respostas são reveladas. Onde a gente retorna a essência, à inocência. Lá nos reencontraremos quando for o momento certo.
Até lá, fique com o meu carinho, que eu fico com a sua saudade. Você continua por aqui dentro de cada um de nós.
Ainda na onda dos filmes que eu adoro, este é um filme com Jack Nicholson e Helen Hunt, onde Jack faz o papel de Melvim um escritor brilhante e talentoso, mas cheio de neuroses, grosseiro, irritante, antisocial e cheio de superstições. Preso aos seus hábitos, faz sempre as mesmas coisas. Sua vida tranquila de escritor muda quando seu vizinho sofre um acidente e tem que, contra sua vontade, ajuda-lo cuidando de seu cachorro, transformando sua vida com o pequeno canino. Melvin tambem começa a sentir interesse em Carol (Ellen Hunt), a única pessoa que tem paciência com suas maninas insuportáveis.
Uma comédia divertida, onde a gente se enxerga em algumas das manias de Melvim, e com as cortadas e tiradas inteligentes do protagonista.
Esta é para os 4 leitores deste blog. Tinha um bug no modelo que fazia com que qualquer link ou página diferente da home ficasse em um chatíssimo fundo branco.
Pois bem, acabaram-se seus problemas. Dei uma revisada no código do blog, corrigindo esta pendencia. Se você clicar em um tema pode ver que tudo (bem, quase tudo) ficou certo.
Falta acertar a imagem deste que vos escreve, o unico item que some nas outras páginas.
Já que o assunto são filmes, quero comentar o filme "Um bom ano".
Foi o primeiro filme de 2008, que assisti 2 vezes no cinema.
Russell Crowe interpreta Max Skinner, que aos 11 anos é cuidadosamente educado na arte de saborear vinhos por seu tio Henry, dono de um vinhedo na França. Adulto, Max torna-se um bem-sucedido (e implacável) homem de negócios em Londres, sem qualquer tempo para outras coisas. Certo dia Max recebe a notícia de que Henry morreu, deixando-o como único herdeiro. Pensando em ganhar um dinheiro extra vendendo a propriedade, resolve visitá-la rapidamente. Mas uma vez ali, percebe que não será tão fácil vender o lugar que lhe traz tantas lembranças de infância.
O filme provoca a minha já clássica reflexão sobre o que realmente vale a pena na vida. Respeitando as devidas proporções (tipo, tirando uns três zeros) me lembra a minha história tal como pensei quando adolescente e na qual venho caminhando: uma primeira etapa de vida concentrando-se na vitória material para depois desfrutar de um momento de maior tranquilidade na maturidade. Por isso comecei a trabalhar tão cedo.
Seguindo a comparação, não obtive o mesmo sucesso de Max (até pela diferença de ponto de partida e porque vencer aqui no Brasil é um bocado mais difícil) mas sigo um caminho mais suave e pleno de vida. Não dá pra comprar um vinhedo na frança, mas quem sabe daqui a alguns anos não arrumo um canto pra viver bem no nordeste ou em Toscana?
2007 foi um ano intenso, de transformações, conquistas e aprendizados. Um ano bom.
E como eu sou a soma do que gosto, de quem amo e de onde estou, 2008 fica marcado pelas coisas que aconteram comigo nessa perspectiva mais ampla.
- O Airton casou e o David engravidou. - Que eu me apaixonei, vivi a euforia, amei, separei, sofri e cresci. Do jeitinho que Gibran Khalil Gibran me contou. - Que eu aprendi a ficar em silêncio e preservar as relações mais intimas e valiosas. - Que eu superei minha "crise de meia idade antecipada" e retomei a caminhada. - Onde eu pude ter a certeza de que tenho muitas pessoas amigas dispostas a me apoiar e me cuidar quando eu precisar. - Que a Apá viajou para a Espanha onde ia morar, e voltou de lá com o aprendizado de que aqui é melhor. - Que a vivi ganhou uma casa de presente. - Que eu viajei para a chapada diamentina, rodei 18 dias sem rumo pelo sul, criei novos laços no nordeste, pulei carnaval em paraitinga, desci o rio em brotas. - Que fiz o Franchising University - Que o meu pai renasceu e com ele a minha mãe. - Onde eu arrumei emprego pra umas 6 pessoas.
Um ano bom e, ainda assim, um ano curto. Um ano que me pareceu desperdiçado frente ao seu potencial. Um ano que poderia ter sido muito mais. Mas que começou feliz em todos os aspectos e termina feliz em todos os aspectos. 2007 é ano de terminar coisas, de fechar histórias. Fechar ciclos. Muita gente boa morreu este ano, alguns mais próximos, outros ídolos mais distantes, como o querido Paulo Autran.
Aqui em Garopaba/SC estou curtindo cada minuto das praias maravilhosas, da companhia divertida. Rindo, bebendo e conversando até altas horas da madrugada. Tomando sol até torrar, mergulhando no mar, tomando banho de cachoeira e de chuva. Uma nova dimensão em que o tempo se estica e é suficiente pra tudo isso e mais um pouco. Deu tempo até de ler um livro e começar outro. E da tempo pra pensar na vida, sonhar os novos começos e novos caminhos que se revelam aos poucos no novo ano.
Este fim de semana foi excepcional, não por eventos ou atividades radicais ou viagens, mas pela forma como foi vivido. Excepcional em sua simplicidade.
Bem, trabalhei na manhã de sábado com meu novo assistente, foi incrivelmente produtivo e divertido. Tenho fechado pequenos negócios com grandes empresas, trabalhos simples mas que trazem um bom resultado em vários sentidos. Em seguida fui a um evento de RPG em santana. Fazia tempos que não experimentava o ambiente de RPG e de contação de histórias. Fui com a Giulia, Allan e Vanessa.
A Giulia é uma história a parte. Filha de uma amiga minha, eu pratico com ela o que chamei de paternidade virtual. Os pais são separados e o pai é ausente, eu acabei escolhendo e sendo escolhido para ser referencia masculina positiva.
No domingo peguei minha sobrinha Lara e a Giulia e as levei para o parque da monica. Fiquei umas 6 horas correndo atrás da minha sobrinha de 3 anos, que nasceu com pilhas duracel e sem botão de pause ou de desligar. O parque da monica é algo como um imenso buffet infantil, os brinquedos são geralmente aquelas estruturas para subir e escorregar, piscinas de bolinha, blocos gigantes para montar, pula-pula, etc,
Terminei o dia exausto mas muito feliz.
Mas o que realmente fechou com chave de ouro o fim de semana foi assistir "Espanglês". Eu não tinha nem ouvido falar desta comédia romântica, e me surpreendi muito.
Se comecei o ano com o pé direito em termos de cinema assistindo "A good year", considero esta surpresa um fechamento perfeito de ano.
O diretor, James L. Brooks, entrou para a lista dos diretores que eu ficarei sempre antenado para assistir. A direção é simplesmente perfeita, tudo no seu lugar, tudo com um porque, coisas pouco óbvias que só se descobre com sensibilidade ou assistindo outras vezes. Ele já nos presenteou antes com "melhor impossível" com a atuação brilhante do Jack Nicholson
No filme Flor (Paz Vega), uma linda mexicana, vai trabalhar como empregada para a emergente e problemática família Clasky (chefiada por Adam Sandler e Téa Leoni). O resultado é um conflito inteligentemente perceptivo de culturas e valores, e um olhar deliciosamente honesto sobre os compromissos que modificam completamente a vida como casamento, filhos e dedicação à família.
Eu simplesmente adoro filmes como esse, sinceros, honestos, transparentes. Filmes como Crash, Closer ou Infidelidade, que mostram a vida como ela é. Só não são Rodrigueanos porque não tratam do Brasil, que é outro planeta em alguns sentidos.
Trash pour 4 é uma banda que recicla os antigos sucessos. Fazem um arranjo novo e irreverente de musicas que quem tem seus 30 ou 40 vai lembrar. O primeiro disco recicla musicas internacionais e o segundo alguns sucessos nacionais. Daqueles CDs que vale comprar ao invés de baixar, para apoiar esse trabalho bacana.
Faz tempo que não escrevo. Basicamente, trabalho e desinternetização.
Estamos entrando em fase de planejamento por aqui. Depois de dar uma repensada na vida pessoal é interessante transpor isto para a empresa. O que espero da empresa e do meu trabalho em 2008? Tenho a rara possibilidade, para bem e para mal, de definir os rumos profissionais com grande liberdade, arcando com as consequencias.
Hoje teve uma cena de filme. Sai do metrô Jardim São Paulo para ir a um cliente. Caia uma uma chuva leve e fresca. Pensei em correr e pegar um taxi, mas ao invés disso me entreguei e curti a chuvinha, caminhando de braços abertos e olhos por um trecho de parque. Na minha cabeça uma trilha musical se fazia pelos pontos de agua que me tocavam e me corriam pela face e pelos braços.
Sé lo que ha en tus ojos con solo mirar que estas cansado de andar y de andar y caminar girando siempre en un lugar
Sé que las ventanas se pueden abrir cambiar el aire depende de ti te ayudara vale la pena una vez más
Saber que se puede querer que se pueda quitarse los miedos sacarlos afuera pintarse la cara color esperanza tentar al futuro con el corazón
Es mejor perderse que nunca embarcar mejor tentarse a dejar de intentar aunque ya ves que no es tan fácil empezar
Sé que lo imposible se puede lograr que la tristeza algún día se irá y así será la vida cambia y cambiará
Sentirás que el alma vuela por cantar una vez más
Vale más poder brillar Que solo buscar ver el sol
Pintarse la cara color esperanza Tentar al futuro con el corazón Saber que se puede Querer que se pueda Pintarse la cara color esperanza
COR DA ESPERANÇA
Sei estás nos seus olhos é só de olhar, que está cansado de andar e andar e de chegar, de voltar sempre ao mesmo lugar
Sei todas as portas se podem abrir de alguns dias até conseguir me dê a mão vamos tentar uma vez mais.
Saber que se pode, querer que se possa, esquecer os medos, jogá-los p'ra fora
Pintar sua cara, da cor da esperança, pintar o futuro com seu coração. Estar perdido é melhor que parar, nunca se alcança, sem nunca tentar
Você vai ver, que não vem fácil, mais virá Sei, que o impossível se pode alcançar, que essa tristeza vai se transformar, que assim será
A vida muda e mudará, vem sentir que a alma, vem cantar mais uma vez.
Saber que se pode, querer que se possa, esquecer os medos, jogá-los p'ra fora Pintar sua cara, da cor da esperança, pintar o futuro com seu coração.
Vale mais, poder brilhar que só esperar pelo sol... Pintar sua cara, da cor esperança Tentar o futuro com seu coração. Saber que se pode, querer que se possa, Pintar sua cara, da cor da esperança,
De tempo em tempo eu me apaixono. As vezes por pessoas, as vezes por idéias. Estou vivendo uma paixão pelo trabalho e colhendo bons frutos. Tendo bons encontros com pessoas especiais e vivendo a vida do meu jeito. Felicidade tem sido uma constante estes dias.
Tem uma coisa nova surgindo pra renovar o fim de ano: estou começando a estudar edição de videos. Comprei um novo computador hyper-mega-atômico que deve chegar esta semana. Vou instalar o aftereffects e estudar nas horas vagas, que tem sido poucas estes dias. Mas eu me conheço, sempre consigo abrir espaço e me dedicar às paixões, sejam elas quais forem.