"Se nossa intenção for modificar quem realmente somos, não teremos sucesso. Se nossa intenção for nos tornar quem essencialmente somos, não poderemos deixar de ser verdadeiros diante dos mais profundos anseios da nossa alma."
I was lost And I'm still lost But I feel So much better
You can travel the world But you can't run away From the person you are in your heart You can be who you want to be Make us believe in you Keep all your light in the dark If you're searching for truth You must look in the mirror And make sense of what you can see Just be Just be
They say learning to love yourself Is the first step That you take when you want to be real Flying on planes To exotic locations wont teach you How you really feel Face up to the fact that you are who you are Nothing can change that belief
'Cause now I know It's not so far To were I go The hardest part is inside me I need to Just be
Uma tradução/versão minha de improviso:
Eu estava perdido e ainda estou perdido mas me sinto tão melhor...
Você pode viajar pelo mundo mas não pode fugir de quem você é em seu coração Você pode ser quem quiser ser, nos fazer acreditar em você, manter sua luz no escuro Se você está procurando verdade Você tem que olhar no espelho E perceber o que você pode ver
Apenas... seja.
Dizem que aprender a amar a si mesmo é o primeiro passo que você deve tomar quando quer se tornar real. Voar em aviões para lugares exóticos não vai ensinar você sobre como você realmente sente. Encare o fato que de você é quem você é e nada pode mudar esta crença
Apenas... seja.
Porque eu sei, não é tão longe. Para onde eu vou, a parte mais difícil está dentro de mim.
Esta musica toca no final do filme Crash - no limite. Tem uma história e tanto em torno dela, do dia que assisti a este filme.
Maybe Tomorrow (tradução) Stereophonics
Composição: Kelly Jones
Talvez Amanhã
Eu tenho estado pra baixo e Estou me perguntando o porquê Destas pequenas nuvens negras continuarem Andando por aí comigo, comigo
Perco tempo e eu preferiria estar drogado Penso em ir caminhar lá fora e forçar um sorriso de felicidade Enquanto choro por estar triste Mas ser livre Todos eles são livres
Então, talvez amanhã eu encontre meu caminho para casa
Eu olho em volta para uma bela vida Eu tenho estado no melhor jeito possível de se estar mal Estado dentro do nada mas Nós respiramos, nós respiramos
Eu quero brisa e uma mente aberta Eu quero nadar no oceano Quero tomar meu tempo para mim Todo pra mim
Então, talvez amanhã eu encontre meu caminho para casa
A viagem foi, hum, ruim. Pegamos o vôo das 23:56... um avião completamente lotado, uma viagem de 3 horas e meia. Coloquei os fones e vim ouvindo Diana Krall, que foi um fator atenuante. Mas como eu estava cansado, não conseguia prestar atenção aos detalhes e à letra da musica. Claro, uma turbina a todo vapor reverberando ao meu lado também não ajudava.
Acordei com o pessoal servindo o jantar para as primeiras pessoas. Eu acho que fiquei numa posição ótima: fui um dos ultimos a ser servidos. Quando vi que ia demorar, tentei me refugiar na minha mente, ouvindo a musica: imaginei Diana Krall num longo vestido, um piano brilhante habilmente tocado, um contrabaixo dedilhado.
Deu certo por dois minutos: uma criança começou a chorar e pouco depois alguem por perto começou a roncar. Dava até pra ver os dois no teatro que eu imaginei, Fred Flintstone roncando e baby sauro chorando. Finalmente chega o jantar: saladinha, pudim e macarrão: tudo frio. Pedi um vinho: veio um grafignia que estava amargo.
Recorri à litania da paciência "uma hora, essa merda acaba... uma hora, essa merda acaba..."
Chegamos 2 da manhã, horário local. Temperatura de 27 graus. Viemos num taxi onde o motorista insistia em falar palavrões, contando das malas de dinheiro que o Lula vinha buscar em Manaus, contando piadas de gosto duvidoso. Mas enfim, nos hospedamos no Hotel Ibis, um bom hotel, apesar do hábito de economizar em tudo me desagradar um pouco. Dormi bem, mas acordei cansado.
Cheguei ao cliente às 9, fui apresentado ao pessoal. Tudo por aqui correu bem. Acho que parte do incomodo é efeito da vacina da febre amarela, que soube hoje ter alguns efeitos colaterais.
De qualquer forma, eu vou dormir cedo hoje, mudar minha vibração para não tornar esta viagem mais uma série de desventuras como uma ida ao rio que contei por aqui.
Não consegui retirar meus óculos no sábado e agora - não sei se é psicológico - sinto um certo incomodo na visão do olho direito. Faltando 15 dias para os 35 anos, não dá para evitar as reflexões acerca da idade, assunto que vou abordar assim que tiver um pouquinho mais de tempo.
Poizé, mais uma vez a tal Fundação Harmonia. Como podem ver no post logo abaixo, recebi uma mensagem repleta de elogios que termina em mais uma ameaça: Saia da comunidade ou enfrente as consequencias.
Fui ver, a tal comunidade já tinha sido deletada. Muito barulho por nada. Mas ficam os parabéns por mais uma vitória na cruzada pelo silêncio e pelo pensamento unificado.
Mas tem uma coisa: cada uma das pessoas que foi abordada pela fundação continua viva, andando por aí e conversando com as pessoas.
Dizia-se que uma pessoa bem atendida recomenda um produto ou serviço para outras três, e que mal atendida se queixa com dez. Nos tempos de internet, basta um clique para uma mensagem ser propagada para centenas de pessoas. E se a mensagem for suficientemente bem escrita, interessante, mobilizadora, são dez mil que recebem a mensagem. Cinco iterações dessas e o mundo inteiro fica a par.
Existem vários casos no marketing de empresas que conseguiram construir suas imagens baseadas justamente nas ações voluntárias ou incentivadas de divulgação, como a Sucos Del Vale, que literalmente criou um novo mercado e que finalmente foi comprada pela Coca Cola.
Frederick Heichheld escreveu o livro "A pergunta definitiva". Nele ele demonstra e fundamenta como uma empresa pode crescer ou não em virtude das indicações expontâneas de seus clientes. Diz o autor que existem lucros bons e lucros ruins. A gente pensa que todo lucro é bom, desde que seja obtido legalmente. Ele prega que lucro ruim é todo aquele que é obtido às custas da relação com o cliente. A gente vê isso em bancos e operadoras de telefonia, por exemplo. Eles lucram com a gente, mas assim que surgir uma empresa com uma oferta melhor, sobretudo de mais respeito, ninguem pensa duas vezes em sair. É algo que poderemos testemunhar com a Oi. Se além de uma proposta comercialmente agressiva eles prestarem um bom serviço e tiverem um atendimento que vai além do "eu vou estar verificando", podem conquistar rapidamente um mercado bilionário.
Isto posto, eu pergunto: qual a chance de me hospedar novamente na Fundação Harmonia? Considerando que a escolha de um lugar para me hospedar ou para fazer um curso (ainda) é um ato de vontade, as chances são nulas.
Em um post que retirei do ar depois de ameaçado de sofrer um processo, comentei aspectos que gostei e que não gostei do tal lugar. Disse eu naquele momento que eram as melhores acomodações, mas que havia pinturas, esculturas e construções que eu achei excessivos, entre outros. Procurei ser justo e equilibrado em minhas avaliações. Não gostei da palestra com o Presidente da referida entidade, assim como não gosto de coisas que o nosso Presidente da República fala.
As instituições, sejam elas do setor público, privado ou terceiro setor, devem estar atentas à forma como tratam os seus clientes e as pessoas em geral. Estou certo de que cada uma das pessoas que foi notificada de forma semelhante a mim dará seu testemunho pessoal do episódio a quem quiser ouvir cada vez que a Fundação Harmonia ou a cidade de São Thomé das Letras for citada.
São as decisões equivocadas das empresas... Mas tem gente que reage melhor. A Volvo teve um recall de veiculos, por conta de um item de segurança. Foi identificado rapidamente e todos os carros que estavam nas concessionárias foram rapidamente reparados. Mas um tinha sido vendido. Ao invés de procurar o cliente e atendê-lo a Volvo colocou anuncios por toda a cidade, em jornais e outdoors a procura daquele carro. O caso, alto investimento para encontrar um unico cliente, ganhou visibilidade e tornou-se alvo de conversas e reportagens por todo o país. Ponto para a Volvo, que reforçou ainda mais sua imagem de segurança.
Quando a gente reclama de um produto em uma grande empresa, geralmente recebemos uma carta com as explicações e comentários de um gerente, junto com as ações que foram tomadas e o agradecimento por apontar o erro. Uma amiga queixou-se à Nestlé de um chocolate que não tinha sucrilos, recebeu uma carta explicando do erro na dosagem da máquina que prepara a mistura e recebeu um chocolate com os devidos cereais. Teve um gesto simples e ganhou uma história que está sendo contada hoje, 10 anos depois.
Assm como pode ter construido boas histórias com muita pessoas, a cada mensagem a Fundação Harmonia e seu departamento juridico vão construindo sua história comigo.
Não deixo de me perguntar: porque tanta preocupação com uma comunidade de três pessoas? Pra que se importar tanto com um blog com tão pouca visibilidade e acessos?
Estou de partida para Manaus a trabalho. Como gosto de fazer, vou relatando os eventos e situações com que vou me deparando.
Como é viagem a trabalho, não devo ter grandes emoções, além de, sei lá, criar uma função que integre arquivos PDF a mensagens HTML enviadas por uma DLL diretamente ao servidor SMTP... Ei! Acorda!
A certa altura do ano passado, algo muito estranho aconteceu e eu me vi com dinheiro sobrando. Pensei em investir. Todo mundo me dizia para investir na Bolsa. Preferi torrar tudo.